Qualitá Ouro Hotel

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Rua José Nicolau de Queiroz, 110 centro – Conselheiro Lafaiete / MG

Sobre

Conselheiro Lafaiete

Conselheiro Lafaiete possui mais de 200 anos e um passado repleto de acontecimentos importantes na área religiosa, social, política, econômica e cultural de Minas Gerais e do Brasil.

Conheça no texto abaixo sobre as raízes de Conselheiro Lafaiete e aproveite para escolher o seu passeio por esta belíssima região acessando o melhor Guia Cultural e Turístico de Minas Gerais! - www.eucurtominas.com.br

O início - 1680

“Embora tivessem sido perseguidos pelo branco na baixada do Rio de Janeiro de onde vieram, os índios ”Carijós” não se mostraram hostis ao colonizador e desbravador. O elemento indígena colaborou de modo quase nulo no desbravamento e colonização da região. Os desbravadores e colonizadores foram elementos portugueses e paulistas que, conseguiram penetrar nos sertões de Minas Gerais à procura de ouro e pedras preciosas.

Criação do Arraial do Campo Alegre dos Carijós
De 1684 a 1709

No final do século XVI, os bandeirantes instalaram-se na região e criaram o primeiro núcleo populacional, ao qual denominaram “Arraial do Campo Alegre dos Carijós”, tendo em 1709 a criação da freguesia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição do Campo Alegre dos Carijós.

A descoberta do ouro em Itaverava, provocou uma grande corrida como a grande bandeira formada em Taubaté, em 1684, por Manuel de Camargo e seu cunhado Bartolomeu Bueno de Siqueira, coincidindo com a formação dos arraias de Ouro Branco, Catas Altas, Guarapiranga e Mariana, ficando o arraial do Campo Alegre do Carijós como passagem obrigatória dos desbravadores.

As primeiras igrejas surgiram no período de 1726 a 1764. São elas: Capela de São Gonçalo do Brandão, Ireja de Nossa Senhora da Conceição da Passagem de Gagé, Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Capela de Santo Antônio e a Capela de Nossa Senha do Carmo.

Estrada Real - 1711

O tráfego entre Vila Rica e o Rio de Janeiro, em função da extração de ouro, era intenso. A Estrada Real era utilizada ligando as duas cidades, porém o caminho era longo e perigoso. Devido aos incidentes ocorridos no caminho velho, a Coroa Portuguesa exigiu a abertura de um caminho novo mais curto e seguro. Daí Garcia Rodrigues Paes oficializou o Caminho Novo, cortando as terras Carijós, hoje Estrada Real. Alguns pontos do caminho estão preservados, outros foram transformados em ruas e estradas atuais.

A inconfidência Mineira

Na província de Minas Gerais, a inconfidência Mineira teve a participação de moradores do Arraial dos Carijós, envolvendo homens de posses, sacerdotes e militares.

Aqui eram realizados reuniões dos pinicipais líderes do movimento onde podemos destacar a Fazenda Paraopeba que pertencia a Alvaranga Paixoto e Bárbara Heliodora, Solar do Padre Fajardo, a Estalagem das Bandeirinhas e a Estalagem de São Lourenço.

Dom Pedro I na Vila de Queluz

Em Janeiro de 1822, Dom Pedro I se voltou contra a Coroa Portuguesa e decidiu estabelecer um novo governo para o Brasil. Em suas viagens pedindo apoio a sua decisão, esteve na Real Villa de Queluz, em abril, meses antes da proclamação da Independência do Brasil.

A revolução de 1842

A revolução aconteceu quando em São Paulo, onde aconteceiam as eleições para a Assembléia Legislativa, foi descoberta uma fraude contra a oposição conservadora. A eleição foi conhecida na época como eleição do “cacete” onde quem votava contra apanhava.Além destes episódios, outro fator para a revolução foi a Lei interpretaiva do Ato adicional que restringia os poderes locais. Assim os Liberais provocaram uma revolta que se estendeu de São Paulo às Minas Gerais.

As violas de Queluz

As “Violas de Queluz” são instrumentos de origem portuguesa, introduzidas no cenário cultural brasileiro através da colonização e catequisação jesuítica.

Existem dezenas de modelos de violas no Brasil, sendo a viola caipira a mais conhecida, no entanto, a “Viola de Queluz” é a que representa Minas Gerais no universo musical.

Dentre as famílias que mantivem a produção das violas, destacou-se a Família Salgado que, além de fabricantes, eram violeiros de grande talento. Tornaram-se famosos pela apresentação que fizeram ao Imperador D. Pedro II em sua visita a Queluz, em 1881.

A produção de violas da Família Salgado declinou a partir da introdução de instrumentos elétricos no mercado. Gradativamente, as violas de Queluz deixaram de ser comercializadas de modo amplo, ao ponto de se tornarem raras entre os músicos e festeiros foliões.

Lafaiete - A cidade de hoje

Além do comércio e das indústrias, a cidade tem participação nas mineradoras instaladas na região. A Cia Siderúrgica Nacional e a Gerdau Açominas, são as principais empresas que contam com uma parcela significativa da mão de obra da cidade, o que se reverte em geração de renda e qualificação profissional.

No século XX a cidade apresentava intensas e variadas manifestações do seu desenvolvimento, com o oferecimento de dezenas de cursos superiores e especializações nas faculdades e universidades instaladas no município.

Com crescentes áreas públicas de lazer e cultura, multiplicam-se os meios de comunicação e a realização de festivais quem manteem a tradição.

O início - 1680

Criação do Arraial do Campo Alegre dos Carijós

A inconfidência Mineira

Revolução de 1842

Lafaiete - A cidade de hoje

Lafaiete - A cidade de hoje

Curiosidades

  • O nome “Vila Real de Queluz” foi inspirado no Palácio Real de Queluz, em Sintra, Portugal.
  • A região de Conselheiro Lafaiete, no século XVII foi tomada por uma horda de índios carijós que fugiam de suas terras fluminenses. A fuga era em detrimento aos colonizadores que queriam escravizá-los e também, solopar sua identidade cultural. De acordo com o historiador Lúcio Costa, os carijós tinham “formas mais regulares e esbeltas que os outros (índios)”, cabelos lisos e finos, a tez mais delicada e mais clara, os olhos às vezes azuis” e suas “mulheres eram as mais belas da gentilidade”.
  • Ao receberem a colonização portuguesa, vários africanos foram trazidos para o Brasil para serem escravos e acabaram trazendo a tradição do congado mesclando com a cultura local. O congado era inspirado no cortejo aos reis congos, uma forma de expressão de agradecimento do povo aos seus governantes. Também chamado de congo ou congada, ele mescla cultos católicos com africanos num movimento sincrético. É uma dança que representa a coroação do rei do Congo, acompanhado de um cortejo ultrapassado, cavalgadas, levantamento de mastros e músicas. Os instrumentos utilizados são: a cuíca, a caixa, o pandeiro e o reco-reco.
  • A capela de Nossa Senhora da Conceição foi construida com taipa, madeira, adobe e pedra. Ela apresenta estilo barroco, sobresaindo-se pelas torres altas que serviam de referência para quem procurava avistar a vila. A quem acredite que as obras pintadas do teto são do mestre Ataide.
  • Queluz de Minas (hoje Conselheiro Lafaiete) era também chamado de “A terra das violas” pela excelência desses instrumentos aqui fabricados. Para sua construção, as madeiras eram adquiridas de caixas de dinamite que vinham do exterior para a Companhia de Minério Manganes do Morro da Mina e da Estrada de Ferro Central do Brasil. Elas eram cortadas, separadas e selecionadas sendo utilizadas em períodos lunares para os cortes finais. Alguns detalhes eram esculpidos em osso de boi.
  • Pela Lei Provincial nº. 1276, foi elevada a Real Vila de Queluz à categoria de cidade e em 1872 foi criada a Comarca de Queluz. O nome Conselheiro Lafaiete passou a vigorar, por decreto do governo do Estado, a partir de 27 de março de 1934, em homenagem ao Conselheiro Lafayette Rodrigues Pereira, quando se comemoravam o centenário de seu nascimento. Lafayette Rodrigues Pereira, o conselheiro Lafayette, foi um jurista, proprietário rural, advogado, jornalista e político brasileiro. Foi primeiro-ministro do Brasil de 24 de maio de 1883 a 6 de junho de 1884. Destacou-se por suas obras de direito denominadas Direito de Família e Direito das Coisas.

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